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Selecção r e k

Selecção r e k

Um campo fértil para a ecologia

Defendiam a preservação da vida selvagem. Lutaram contra a energia nuclear. Propunham um renascimento rural contra o modelo de desenvolvimento urbano que a europa já questionava e os portugueses, libertados do Estado Novo, ainda ansiavam “sem capacidade crítica”. Escreveram e publicaram para ensinar e divulgar modelos de vida e fontes de energia ditas então “alternativas”, com apelos à utilização da energia eólica ou solar, que só recentemente se instalaram nas nossas paisagens. Almejaram uma ecologia total, que partia do equilíbrio entre espírito, corpo, sociedade, planeta, conceitos pelos quais alguns deles se deixaram cativar nas experiências do exílio, durante o Salazarismo.

Link, Público

As cidades mais ecológicas nas várias regiões do mundo - Lisboa 18ª

O Índice das Cidades Verdes organizado pela Siemens comparou oito parâmetros – qualidade do ar, energia ou edifícios são algumas das áreas avaliadas – em 120 cidades por todo o mundo. A comparação é só a nível regional devido à dificuldade de comparar estatísticas em países tão diferentes, mas nas cidades que se destacaram, o índice conclui que é importante que os governos centrais deem mais poderes à administração local, dizendo que as cidades com melhor desempenho são aquelas cujas metas excedem as dos governos nacionais a nível ecológico.

Os oito parâmetros avaliados para comparar as cidades a nível regional foram a qualidade do ar, energia, níveis de CO2, governance ecológica, água, resíduos e utilização de solos, transportes e edifícios. Lisboa ficou no 18º lugar entre as 30 cidades europeias avaliadas e o ponto onde se destaca mais é a utilização da energia, onde consegue o melhor lugar. Já no que diz respeito a transporte, qualidade do ar e água, a cidade fica para trás, sendo um dos seus maiores problemas a reduzida capacidade da administração local aplicar medida.

 

Os Cogumelos - Diversidade e Ecologia

Todos os anos, com a chegada do Outono e das primeiras chuvas surgem súbita e misteriosamente os cogumelos silvestres vestindo os nossos prados, florestas, parques e jardins, com uma enorme panóplia de cores e formas, dando origem a um espectáculo de incontestável beleza. Contudo, o que nós observamos é apenas “a ponta do iceberg”.Tal como os frutos produzidos pelas plantas, os cogumelos são estruturas reprodutoras produzidas por fungos, durante uma fase do seu ciclo de vida, e que representam a única parte visível destes mesmos seres vivos. Mas nem todos os fungos possuem estruturas reprodutoras macroscópicas (ou visíveis a olho nu) e como tal o termo cogumelo frequentemente aplica-se apenas às estruturas reprodutoras formadas durante a reprodução sexuada em alguns grupos de fungos, nomeadamente nos Basidiomycota e Ascomycota.Estimativas recentes apontam para a existência de aproximadamente 1,5 milhões de espécies de fungos em todo o mundo, das quais cerca de 55000 são produtoras de cogumelos (macrofungos). Esta enorme diversidade faz do reino Fungi um dos maiores grupos de organismos conhecidos, podendo ser encontrados praticamente em todos os habitats naturais e semi-naturais, desde as florestas tropicais às planícies geladas da Antártida. Contudo é nos ecossistemas florestais onde estes encontram o seu óptimo ecológico, ou seja, as condições ideais para se instalarem. Estas condições diferem de espécie para espécie e estão relacionadas, principalmente, com o seu modo de nutrição.

Link da notícia completa, Naturlink

Açores têm a primeira estação experimental de ecologia do país

A estação, localizada na ilha Terceira, pretende estudar como é que podem ser feitas alterações ambientais, "de forma a melhorar a biodiversidade das áreas agrícolas e eventualmente provocar a renaturalização de áreas que sejam necessárias renaturalizar", disse à Lusa Eduardo Dias, diretor do Gabinete de Ecologia Aplicada e Aplicada (GEVA) da Universidade dos Açores.

Os investigadores procuram ainda descobrir "como é que isso pode ser feito a baixo custo, de forma o mais ecologicamente suportável e utilizando métodos o mais rentáveis possível".

Para Eduardo Dias, esta matéria ganha especial importância em Portugal e noutros países da Europa, com a nova Política Agrícola Comum, porque é preciso "garantir a sustentabilidade dos ecossistemas e a manutenção da biodiversidade".

"Nesta mudança de paradigma em termos do uso do território, em que a agricultura começa a ser mais confinada a áreas com maiores produtividades e há uma tendência de abandono das terras com menos produtividade, faz todo o sentido estudar estes processos", salientou, acrescentando que nalguns casos será possível "devolver" à natureza áreas que tinham anteriormente funções importantes como a retenção da água ou o controlo ambiental.

"São locais nos habitats dos organismos, no meio dos terrenos ou nas florestas, onde de alguma maneira nós conseguimos controlar o que lá se passa em termos das variáveis do ambiente e depois induzimos alterações no meio, o que nos permite estudar a reação dos organismos a essas alterações", explicou o investigador.

 

Noticia completa, http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=788238&tm=8&layout=121&visual=49

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