Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Selecção r e k

Selecção r e k

Poluição do ar associada a um terço dos AVC a nível global

A poluição do ar está associada a um terço dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) a nível mundial, conclui um estudo hoje publicado na revista Lancet Neurology, segundo o qual três em cada quatro AVC podiam ser evitados.

Todos os anos, cerca de 15 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem um AVC, dos quais cerca de seis milhões morrem e cinco milhões ficam com danos permanentes, incluindo perda de visão ou da fala, paralisia e confusão.

Os dez principais fatores de risco para AVC são a hipertensão, uma dieta pobre em fruta, um índice de massa corporal elevado, uma dieta rica em sódio, o tabaco, uma dieta pobre em vegetais, a poluição do ar ambiente, a poluição do ar doméstico, uma dieta pobre em cereais integrais e uma elevada quantidade de açúcar no sangue.

A poluição do ar, tanto interior como exterior, surge pela primeira vez como um dos principais fatores de risco de AVC, associado a quase um terço (29.2%) do peso global do AVC em 2013.

 

In Observador

Tráfico ilegal de flora e fauna selvagem movimenta 27 mil milhões de euros anuais

 

O tráfico ilegal de flora e fauna selvagem no mundo movimenta 27 mil milhões de euros anualmente, só superado pelo comércio clandestino de armas e drogas, disse um responsável do Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Em declarações à agência espanhola Efe, neste sábado, o responsável das espécies ameaçadas do WWF, Luis Suárez, explicou que a luta contra esta actividade ilícita é o tema do Dia Mundial do Meio Ambiente que se comemora no domingo. “Não há hoje uma espécie de fauna que não esteja sob a pressão do tráfico ilegal”, disse Suárez, lembrando ainda que o caviar é dos mais cobiçados, bem como as peles de todo o tipo – em particular as do caimão e as das grandes serpentes –, crocodilos, dentes de elefante, cornos do rinoceronte e corais.

Suárez alerta também para o facto de a caça ilegal ao tigre, elefante e rinoceronte continuar e diz: “Se estes animais são tão visíveis e vigiados e sofrem uma perseguição tão grande, imagine-se o que pode suceder com as outras espécies mais pequenas e menos conhecidas”. IN Público

Para quando o fim de Almaraz?

Almaraz é uma das cinco centrais nucleares a trabalhar em Espanha e os seus dois reactores têm um potencial eléctrico de 2093 megawatts, cerca de 2% de todo o potencial da rede eléctrica espanhola. Por isso, os defensores do encerramento da central defendem que Almaraz já não é necessária, tendo em conta o gasto efectivo de electricidade de Espanha.

“A partir dos 30 anos de funcionamento, quando se amortizam [os custos] das centrais nucleares, os proprietários destas pagam 1,5 cêntimos por quilowatt por hora produzidos, enquanto vendem-no a 5,5 cêntimos”, lê-se num documento de 2016 sobre Almaraz do Movimento Ibérico Antinuclear (MIA), umas das organizações que apoia a manifestação. “Isto supõe que Almaraz recebe cerca de 161 milhões de euros por ano de lucro líquido. O que explica a resistência de encerrar a central.”

Semanas após o acidente nuclear de Fukushima, um relatório da Greenpeace revelava que Almaraz tinha sido submetida a 4000 modificações desde a sua inauguração em 1981. A central tem reactores de água pressurizada. Por fissão nuclear, o urânio aquece água que por sua vez faz produzir vapor de água num circuito secundário. É neste circuito secundário que o vapor de água acciona turbinas que geram electricidade. Uma das modificações assinaladas pela Greenpeace foi a substituição dos geradores de vapor, devido à corrosão dos tubos.

Apesar de todos os anos a central ter falhas, e por vezes ser obrigada a parar, a maioria não ultrapassa o nível zero na Escala Internacional de Acidentes Nucleares – que vai até sete, o nível mais alto, de acidente grave, somente atribuído aos desastres de Fukushima e de Tchernobil, em 1986, na Ucrânia, então pertencente à União Soviética.

Ainda assim, o El País noticiou em Fevereiro deste ano que inspectores do Conselho de Segurança Nuclear consideravam que não havia “garantias suficientes” de que as bombas de água do sistema de refrigeração dos reactores pudessem trabalhar com normalidade.

Questionou-me eu o que faz esta central nuclear ainda aberta com mais de 30 anos de existência? Completamente obsoleta pondo em causa toda uma região, quando devíamos-nos preocupar em preservar as mais variadas formas de vida (onde nos incluímos), arranjado outras alternativas sustentáveis como as mais variadas formas de energia renovável, em que o risco de exposição e de extinção de espécies são mínimos. À coisas que me fazem uma grande confusão...mas como sempre a vertente financeira, sobrepõe-se a tudo resto. Lamentável!

almaraz_2_2.jpg

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D

Calendário

Junho 2016

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930