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Selecção r e k

Selecção r e k

Plano global para salvar variedade mais comum de banana pode custar 47 milhões de dólares

O Fusarium oxysporum f. sp. cubense é um fungo responsável pela Doença do Panamá nas bananeiras, existindo quatro tipos que afetam diferentes variedades da planta. A raça 1 foi responsável pela exterminação da “Gros Michel”, uma variedade de banana que era a mais exportada no início do séulo XX, o que levou à sua substituição, em meados do século, pela “Cavendish”, variedade resistente nos trópicos ocidentais à TR1. No entanto, em 1992 foi identificada no Sudeste Asiático uma nova raça  de Fusarium oxysporum f. sp. cubense – TR4 – que afeta as plantas da variedade “Cavendish”, tendo-se propagado a outras regiões da Ásia (ex: China), ao norte da Austrália e, recentemente, ao Médio Oriente (Jordânia) e África (Moçambique).
Visto que a doença do Panamá é, segundo a Plant Management Network, uma das mais destrutivas em plantas, que as bananas “Cavendish” são as mais exportadas e cultivadas na agricultura de subsistência e ainda que o TR4 também afeta outra planta aparentada da bananeira que é base da alimentação em África, é urgente conter o fungo e a doença e evitar a sua propagação a novas regiões como a América Latina.
Para o conseguir, é essencial unir esforços a nível internacional tendo, em dezembro, a FAO e seus parceiros definido as linhas orientadores de um plano estratégico global.
As três áreas de intervenção prioritárias deste plano são a prevenção de surtos futuros, a gestão dos casos já existentes e o fortalecimento da colaboração e coordenação internacional entre instituições, investigadores, governos e produtores, informa uma notícia no website da FAO.
O plano prevê a alocação de fundos para assistência aos países onde haja novos surtos, bem como  medidas de contenção que envolvem a sensibilização das populações, o seu treino, monitorização, a implementação de sistema de deteção precoce, a coordenação internacional e a troca global de conhecimentos, informa a Science and Development Network.

In, Naturlink

 

À mão de semear

As hortas comunitárias já dão cor a muitas cidades, contudo estão apenas ao al­cance de alguns – poucos – felizar­dos, pois os espaços verdes são cada vez mais re­duzidos, em contraste com o betão que os rodeia. Com os produtos agrícolas a enca­recerem e a chegarem de origens cada vez mais longínquas, torna-se fulcral revolu­cionar a agricultura urbana a fim de tornar a vida das cidades mais sustentável. E é precisamente uma mudança dos há­bitos de consumo que a Noocity se propõe fazer. Como? Criando ferramentas que permitam ter uma horta em qualquer lo­cal, desde que este seja banhado pelo sol pelo menos três horas por dia. «Pode ser na varanda de casa, na parede de um res­taurante, na cobertura de um hotel, no re­creio de escola, na empresa ou até mesmo no centro comercial ou no supermerca­do», explica José Ruivo, 38 anos, gestor e fundador da empresa. À primeira vista, a ideia poderá parecer um pouco difícil de concretizar, mas, pen­sando bem, conclui-se que difícil mesmo é apontar um local onde não se possa plan­tar, tanto mais que são apresentadas duas soluções para o cultivo. «As hortas urba­nas têm tanto potencial numa cidade que se torna difícil concentrarmo-nos e limitar­mos o raio de ação», diz o gestor, salientan­do que a empresa começou por desenvolver a ideia das Growbed e Growpocket apenas para a casa das pessoas, mas entretanto ou­tras ideias começaram a crescer.

Link, Notícias Magazine

http://www.noticiasmagazine.pt/files/2015/01/nm1182_noocity02.jpg

Green Project Awards premeiam hoje melhores iniciativas amigas do ambiente

Os melhores projetos amigos do ambiente, de um grupo de propostas finalistas, são hoje premiados numa cerimónia em Lisboa e vão desde uma aldeia pedagógica à gestão florestal ou à plantação de 100 mil árvores.

A cerimónia dos Green Project Awards Portugal, em sétima edição, acontece ao mesmo tempo de uma conferência sobre "Economia Verde", ocupando toda a tarde o grande auditório da Culturgest, na capital portuguesa.

Em causa estão projetos em sete categorias (agricultura, mar e turismo; cidades sustentáveis; consumo sustentável; information technology; iniciativa jovem; iniciativa de mobilização e produto ou serviço), tendo o Green Project Awards distinguido já 60 projetos em Portugal, num total de 1000 candidaturas.



Ler mais: http://visao.sapo.pt/green-project-awards-premeiam-hoje-melhores-iniciativas-amigas-do-ambiente=f807765#ixzz3PSwEpe9V

Pressão atmosférica em Portugal atingiu valores típicos do Alasca e da Sibéria

Peso do ar por cima de Portugal tem atingido valores acima do normal nas últimas semanas. Dia 9, teve mesmo um valor máximo recorde, nunca visto. Especialistas admitem efeitos em algumas doenças. Deve estar a ser um inverno difícil para quem tem reumático, lesões antigas ou enxaquecas. A juntar ao muito frio que se prolonga há várias semanas, o antigo Instituto de Meteorologia tem registado valores anormalmente altos de pressão atmosférica durante muitos dias seguidos. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) refere mesmo que registou na última sexta-feira, dia 9, números nunca vistos na pressão atmosférica em Portugal e que habitualmente encontram-se no Alasca e na Sibéria. À TSF, Pedro Viterbo, director do Departamento de Meteorologia e Geofísica, explica que a pressão atmosférica não se vê e pode definir-se, de uma forma simples, como «o peso do ar que está em cima de nós». Nas ultimas semanas, este peso tem sido acima do normal em Portugal, atingindo um pico no dia 9 de janeiro com um valor histórico, nunca visto, em Bragança (1050 hPa, a unidade para medir a pressão atmosférica). O especialista refere, contudo, que os valores altos têm ocorrido em quase todo o Continente, acima dos 1040 hPa. Este é um valor muito invulgar em Portugal, mas comum na Sibéria ou no Alasca. Apesar de ter diminuído desde o pico do final da semana passada, o 'peso do ar' por cima de Portugal continua «muito elevado» por estes dias e só deve passar para valores normais no início da próxima semana. A culpa é de um bloqueio, que não se via há vários anos, no anticiclone dos Açores, e que se prolonga há semanas. Esta é a mesma razão que tem motivado o tempo muito frio, que se regista desde o Natal, e que afeta as dores reumáticas e em lesões antigas.

in TSF

E por que não tentarmos salvar os sobreiros?

 

Temos mais de 700 mil hectares ocupados com sobreiros, que fixam carbono, protegem e enriquecem os solos, modulam o clima e abrigam e alimentam ricos habitats de flora (140 espécies aromáticas, medicinais e melíferas) e fauna silvestre (a mais rica fauna da Europa, sobretudo de vertebrados de que se conhecem 55 espécies correntes), favorecendo a diversidade biológica.A razão é simples: os povoamentos de sobreiros e os ecossistemas que lhes estão associados, são, sem sombra de dúvida, um dos mais importantes activos naturais que possuímos. Importantes, pela riqueza que geram: somos o maior produtor mundial de cortiça, uma das mais polivalentes matérias-primas naturais conhecidas e exportamos anualmente mais de 800 milhões de euros de produtos transformados com valor acrescentado 100% nacional. Importantes, pelos postos de trabalho directos que a sua conservação e exploração justificam e que ascendem a muitas dezenas de milhares, quer junto à produção, quer em cerca de 600 empresas de transformação.

Link, Público

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