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Selecção r e k

Selecção r e k

Balanço de 2014: Os melhores factos ambientais do ano que chega ao fim

O ano de 2014 foi marcado pela continuação da crise financeira e económica dos últimos anos, ainda que se tenha assistido a uma pequena recuperação económica do país. Num contexto cada vez mais premente de alteração de comportamentos, de modo a garantir a sustentabilidade do nosso Planeta, o grande desafio passa por conseguir conciliar futuramente o crescimento económico, em todas as vertentes que o mesmo implica, com atitudes individuais e coletivas mais respeitadoras do Ambiente.

A crise financeira que temos vindo a atravessar, para além de ter como consequência a diminuição do bem-estar da maior parte da população, tem acabado também por desviar a atenção da opinião pública dos graves problemas ambientais que continuamos a viver, tanto a nível local, como global. Seguindo uma lógica centrada no curto prazo, e muitas vezes sob pressão dos organismos internacionais e entidades privadas que continuam a condicionar as nossas políticas, tem-se vindo a assistir, também no plano ambiental, a várias decisões pautadas por objetivos imediatistas, ao invés de privilegiar ações com implicações positivas a médio e longo prazo.

Como tem acontecido em anos anteriores, a Quercus faz pois um balanço ambiental relativo ao ano de 2014, selecionando os melhores e os piores factos, e apresentando algumas perspetivas para o ano de 2015.

 

Link da notícia, Naturlink

Balanço ambiental de 2014 e perspectivas para 2015

O Farmville da vida real

Gerir uma horta, à distância e a partir da internet, passou a ser possível com a criação da MyFarm. A ideia surgiu a partir de um projeto de empreendedorismo do Politécnico de Beja, com início em março de 2011. Um brainstorming entre alunos e professores foi o ponto de partida para a criação de uma aplicação informática que permitisse que qualquer pessoa (ou família) pudesse ter uma horta real controlada pela internet.

Como? Através de agricultores que emprestam espaço das suas explorações agrícolas àqueles que acabam por se tornar seus consumidores. Esse espaço, ou horta, pode ser acompanhado e gerido pelos consumidores através da internet, que decidem "o que plantar ou semear e as respetivas quantidades", explica Luis Luz, gestor de projeto e coordenador. É a lógica do Farmville, transposta para a vida real.

 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/julia-que-semeia-curiosidades-esta-no-barco-dos-674-mil=f903744#ixzz3NPpDrNhu

2014 ficou marcado pelo regresso dos portugueses à agricultura

O reconhecimento do sector agrícola como a forma mais sustentável de assegurar a alimentação do planeta foi o mote para que 2014 fosse eleito pela ONU o Ano Internacional da Agricultura Familiar. O âmbito é mundial, mas em Portugal o seu reconhecimento como área de futuro já se faz notar. Para a ministra da Agricultura, o país deve manter a aposta neste sector, em que todos são necessários, “dos mais novos aos mais experientes, das pequenas às grandes explorações”. Comum a todas está associada a sustentabilidade ambiental, não só para cumprir a legislação, mas também porque quem regressa à pequena agricultura o faz para poupar dinheiro e diminuir o impacto ecológico da produção alimentar.

Link da notícia completa, Jornal i

 

Hortas urbanas

 

 

Pesquisa da cura através das plantas

Muitas espécies de plantas são, tradicionalmente, utilizadas pela medicina popular para os mais diversos fins – na maioria das vezes, na elaboração de chás – e vêm, cada vez mais, ganhando espaço em distintas áreas de pesquisa. Na Univates, pesquisadores buscam em plantas regionais e em seus princípios ativos subsídios para o desenvolvimento de fitoterápicos ou novas moléculas para o tratamento de inflamações e outras patologias, até mesmo o câncer, e já contam com resultados promissores.

 

Link da noticia completa, Gaz

 

 

As cidades mais ecológicas nas várias regiões do mundo - Lisboa 18ª

O Índice das Cidades Verdes organizado pela Siemens comparou oito parâmetros – qualidade do ar, energia ou edifícios são algumas das áreas avaliadas – em 120 cidades por todo o mundo. A comparação é só a nível regional devido à dificuldade de comparar estatísticas em países tão diferentes, mas nas cidades que se destacaram, o índice conclui que é importante que os governos centrais deem mais poderes à administração local, dizendo que as cidades com melhor desempenho são aquelas cujas metas excedem as dos governos nacionais a nível ecológico.

Os oito parâmetros avaliados para comparar as cidades a nível regional foram a qualidade do ar, energia, níveis de CO2, governance ecológica, água, resíduos e utilização de solos, transportes e edifícios. Lisboa ficou no 18º lugar entre as 30 cidades europeias avaliadas e o ponto onde se destaca mais é a utilização da energia, onde consegue o melhor lugar. Já no que diz respeito a transporte, qualidade do ar e água, a cidade fica para trás, sendo um dos seus maiores problemas a reduzida capacidade da administração local aplicar medida.

 

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